Razão 1:
O épico GP do Japão de 1989 do extinto Mundial de 500 cc. O duelo (guerra!) Rainey vs Schwantz em Suzuka. Talvez o maior "picanço" em Grandes Prémios de motociclismo de sempre.
Razão 2:
... por motivos óbvios...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
A essência de ser Forcado
Se Lorca fosse vivo, certamente conseguiria descrever este momento melhor que ninguém.
A essência da Tauromaquia
Frederico Garcia Lorca declamado por Toni Pujós.
Poema "La Sangre Derramada" dedicado a Ignacio Sanchez Mejias sobre quem Domingo Delgado de la Cámara na obra literária "Revisión del toreo" escreveu:
"Sánchez Mejías, cansado de vivir y de ver mundo, reapareció para morir en las astas de un toro. No concebía otro tipo de muerte, y tuvo la que él quiso."
Poema "La Sangre Derramada" dedicado a Ignacio Sanchez Mejias sobre quem Domingo Delgado de la Cámara na obra literária "Revisión del toreo" escreveu:
"Sánchez Mejías, cansado de vivir y de ver mundo, reapareció para morir en las astas de un toro. No concebía otro tipo de muerte, y tuvo la que él quiso."
Johan Cruyff
Esta verdadeira lenda do futebol moderno foi o meu primeiro grande ídolo, tinha eu acabado de saltar dos cueiros.
Com a evolução e o "futemarketing" dos nossos dias tentaram-se com algum sucesso fabricar novas estrelas, ídolos e génios, mas o nosso primeiro tem sempre inerente esse estatuto de inatingível.
Aquela final perdida em 74 com a RFA doeu-me bastante pelo facto de não ver o meu grande ídolo de "caneco" na mão, nesse ano a Holanda merecia mais que ninguém vencer o Mundial. Era o Ajax com o Van Hanegem e mais um ou dois (um dos quais o Jongbloed, guarda redes sem classe nem estilo). Poucas equipas vi a jogarem daquela maneira, mas como se diz, as obras de arte são inimitáveis.
Com a idade, foi-se dos relvados, treinou com algum sucesso mas alguma da lucidez esvaiu-se e hoje em dia discordo de algumas das coisas que ele diz o que me leva a crer que é mesmo verdade aquele dito: devemos fazer aquilo que sabemos, não o que queremos.
Com a evolução e o "futemarketing" dos nossos dias tentaram-se com algum sucesso fabricar novas estrelas, ídolos e génios, mas o nosso primeiro tem sempre inerente esse estatuto de inatingível.
Aquela final perdida em 74 com a RFA doeu-me bastante pelo facto de não ver o meu grande ídolo de "caneco" na mão, nesse ano a Holanda merecia mais que ninguém vencer o Mundial. Era o Ajax com o Van Hanegem e mais um ou dois (um dos quais o Jongbloed, guarda redes sem classe nem estilo). Poucas equipas vi a jogarem daquela maneira, mas como se diz, as obras de arte são inimitáveis.
Com a idade, foi-se dos relvados, treinou com algum sucesso mas alguma da lucidez esvaiu-se e hoje em dia discordo de algumas das coisas que ele diz o que me leva a crer que é mesmo verdade aquele dito: devemos fazer aquilo que sabemos, não o que queremos.
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