Passava os olhos pelo site do "blitz" quando me deparei com esta coisa "bestial":
"Nirvana: capa de Nevermind censurada no Facebook ... A capa de Nevermind , mítico álbum dos Nirvana que celebra este ano o vigésimo aniversário, foi censurada temporariamente na página oficial de fãs dos Nirvana no Facebook pelo facto de mostrar um bebé nu numa piscina. A capa foi retirada por conter nudez e assim violar os termos de utilização da rede social, mas mais tarde acabou por voltar a ser disponibilizada. Ao Entertainment Weekly, uma fonte ligada à página de fãs dos Nirvana disse: "Recebemos uma mensagem de aviso. Adivinho que seja pelo pénis do bebé - ainda faz ondas 20 anos depois". Para celebrar os 20 anos da edição original de Nevermind , o disco vai ser re-editado a 27 de setembro numa caixa de luxo que, além do álbum remasterizado, contém demos de estúdio, gravações de ensaios e a mistura original do disco pelo produtor Butch Vig. A edição "super" especial será também acompanhada por um livro de 90 páginas e um DVD/Blu-Ray do concerto dos Nirvana no Halloween de 1991 em Seattle..."
Bem... sobra a boa notícia do lançamento da "caixa".
No meio disto, dou comigo a aguardar ansiosamente as retaliações a tomar contra o célebre LP do fecho éclair, "Sticky Fingers" que Andy Warhol desenhou para os Rolling Stones em 1971... acudam-me...
Victorino Martín Andrés é um célebre ganadero de Cáceres, proprietário do ferro com o seu nome e que tem origem zootécnica em reses precedentes dos ferros Marquês de Albaserrada e Antonio Escudero Calvo.
Esta ganadaría criada em 1919, é, juntamente com as do Duque de Veragua e de Miura, uma das mais notáveis da historia do toiro de lide em Espanha.
Até meados dos anos 60, Victorino Martín foi um ganadero que não se tomava muito em consideração e cujos toiros a maioria dos toreiros se negava a lidar, devido ao temperamento violento por vezes acompanhado de extrema mansidão que caracterizava estes toiros.
O indulto do toiro "Velador" deu o impulso que o fez saltar para a ribalta e cotar-se como uma autêntica figura do panorama taurino Espanhol. Actualmente é uma das ganadarias de postim, sempre presente nas feiras taurinas mais importantes de Espanha.
O seu filho, Victorino Martín García, veterinario de profissão, é actualmente quem se encontra à frente dos destinos da ganadaria, em conjunto com mais dois ferros pertença da casa e criados recentemente: "Monteviejo" (nome de uma das suas fincas) cujo encaste é de procedência Vega-Villar e a "Ganadería de Urcola" (de procedencia Urcola, após a aquisição de quarta parte da ganadaría de Francisco Galache Cobaleda - ganadaria de Villavieja de Yeltes em Salamanca).
"O Pátio das Cantigas" estreia a 23 de Janeiro de 1942 no cinema Eden.
É uma das mais célebres e amadas comédias populares do cinema Português. Convergência de grandes talentos da época o filme de Ribeirinho (Francisco Ribeiro), produzido pelo seu irmão António Lopes Ribeiro e pelos dois escrito de parceria com Vasco Santana, assenta acima de tudo num primoroso jogo de diálogos, com duplos sentidos e um irresistível sabor revisteiro, bem como num lote admirável de grandes comediantes.
Ribeirinho, A. Lopes Ribeiro e Vasco Santana captaram e registaram com humor e sensibilidade toda a atmosfera lisboeta, bairrista e popular por ocasião das festas dos Santos Populares, a partir de um punhado exemplar de personagens tipificadas, envolvidas nas suas querelas, confrontos e desejos pessoais.
Tudo isto, servido por uma realização discreta e eficaz num filme que conta com gags memoráveis, como o de Vasco Santana regressando a casa bêbado e tentando obter lume de um candeeiro da via pública, que lhe vai servir de "guia" até chegar à cama.
Mas o que há de mais notável em O Pátio das Cantigas é sem dúvida o espantoso jogo da representação, do mau génio e arrogância de António Silva às atribulações do tímido Ribeirinho, passando pelas calinadas, verbais e melódicas («Evaristo tens cá disto», ficou célebre), de Laura Alves e, acima de tudo, pela alegria ébria e pela insolência provocadora de Vasco Santana.
Argumento:
No Pátio do Evaristo, morava a Srª Rosa que tinha dois pretendentes, Narciso que bebia para afogar as suas mágoas e o Evaristo droguista, pessoa de génio agreste, pai da menina Celeste aspirante a pianista, patrão do João Magrinho, caixeiro da drogaria, e do Alfredo, que morria de amores por uma vizinha. A mesma que namorava o irmão, o Carlos Bonito, a Amália que era uma artista bonita mas leviana, bem diferente da irmã, a recatada Susana. O avô das raparigas, o Sr. Heitor morava por baixo do Engenhocas, que transmitia as cantigas que todo o pátio cantava. Na casa ao lado, vivia um russo, o Borisdonove, a Sr.ª Margarida, e em baixo no rés-do-chão os irmão Marx, Arnesto, Vicente e Sebastião. Falta ainda a Maria da Graça com o seu claro sorriso, que até faz perder o tino ao rebento do Narciso, o grave Rufino Fino.
Intérpretes:
Maria das Neves - D. Rosa; Vasco Santana - Narciso; António Silva - Evaristo.
As famosas escutas que nunca existiram, um dos mais requintados "best seller" da justiça Portuguesa não poderiam faltar neste blog, penso eu de que...
Um dia com paciência, nada como levar o portátilzinho com respectiva "net pen" a uma leitaria perto de si e entre um galãozito e o belo do pastelinho de nata, deliciar-se com este "sonho". Sim, "sonho" uma vez que nunca existiram, são fruto da mais impura imaginação, autêntico ruído de fundo de um qualquer poltergeist que como se sabe é puro fruto da fértil imaginação das várias mentes pecaminosas e perversas que povoam o nosso puritano, casto, justo e virtuoso "cantinho".
Não me recordo bem do nome do processo (obviamente não é fácil recordar o que não existiu) mas era qualquer coisa como "Apito cor de burro quando foge".
Aqui está o verdadeiro "mito" com uma personalidade de fazer parar o trânsito, no entanto, nada na moto chama mais a atenção do que o motor. Tanto para quem pilota quanto para quem admira, é impossível ficar indiferente a este detalhe.