sexta-feira, 29 de julho de 2011

Censura no Facebook: bebé com pénis de 20 anos proibido de aparecer

Passava os olhos pelo site do "blitz" quando me deparei com esta coisa "bestial":

"Nirvana: capa de Nevermind censurada no Facebook
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A capa de Nevermind , mítico álbum dos Nirvana que celebra este ano o vigésimo aniversário, foi censurada temporariamente na página oficial de fãs dos Nirvana no Facebook pelo facto de mostrar um bebé nu numa piscina.
A capa foi retirada por conter nudez e assim violar os termos de utilização da rede social, mas mais tarde acabou por voltar a ser disponibilizada. Ao Entertainment Weekly, uma fonte ligada à página de fãs dos Nirvana disse: "Recebemos uma mensagem de aviso. Adivinho que seja pelo pénis do bebé - ainda faz ondas 20 anos depois".
Para celebrar os 20 anos da edição original de Nevermind , o disco vai ser re-editado a 27 de setembro numa caixa de luxo que, além do álbum remasterizado, contém demos de estúdio, gravações de ensaios e a mistura original do disco pelo produtor Butch Vig.
A edição "super" especial será também acompanhada por um livro de 90 páginas e um DVD/Blu-Ray do concerto dos Nirvana no Halloween de 1991 em Seattle..."

Bem... sobra a boa notícia do lançamento da "caixa".

No meio disto, dou comigo a aguardar ansiosamente as retaliações a tomar contra o célebre LP do fecho éclair, "Sticky Fingers" que Andy Warhol desenhou para os Rolling Stones em 1971... acudam-me...

A "imoral" capa:









quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ganadarias com história - Victorino Martin

Victorino Martín Andrés é um célebre ganadero de Cáceres, proprietário do ferro com o seu nome e que tem origem zootécnica em reses precedentes dos ferros Marquês de Albaserrada e Antonio Escudero Calvo.

Esta ganadaría criada em 1919, é, juntamente com as do Duque de Veragua e de Miura, uma das mais notáveis da historia do toiro de lide em Espanha.

Até meados dos anos 60, Victorino Martín foi um ganadero que não se tomava muito em consideração e cujos toiros a maioria dos toreiros se negava a lidar, devido ao temperamento violento por vezes acompanhado de extrema mansidão que caracterizava estes toiros.

O indulto do toiro "Velador" deu o impulso que o fez saltar para a ribalta e cotar-se como uma autêntica figura do panorama taurino Espanhol. Actualmente é uma das ganadarias de postim, sempre presente nas feiras taurinas mais importantes de Espanha.

O seu filho, Victorino Martín García, veterinario de profissão, é actualmente quem se encontra à frente dos destinos da ganadaria, em conjunto com mais dois ferros pertença da casa e criados recentemente: "Monteviejo" (nome de uma das suas fincas) cujo encaste é de procedência Vega-Villar e a "Ganadería de Urcola" (de procedencia Urcola, após a aquisição de quarta parte da ganadaría de Francisco Galache Cobaleda - ganadaria de Villavieja de Yeltes em Salamanca).

Património Nacional vai fazer 70 anos: O Pátio das Cantigas

"O Pátio das Cantigas" estreia a 23 de Janeiro de 1942 no cinema Eden.

É uma das mais célebres e amadas comédias populares do cinema Português. Convergência de grandes talentos da época o filme de Ribeirinho (Francisco Ribeiro), produzido pelo seu irmão António Lopes Ribeiro e pelos dois escrito de parceria com Vasco Santana, assenta acima de tudo num primoroso jogo de diálogos, com duplos sentidos e um irresistível sabor revisteiro, bem como num lote admirável de grandes comediantes.

Ribeirinho, A. Lopes Ribeiro e Vasco Santana captaram e registaram com humor e sensibilidade toda a atmosfera lisboeta, bairrista e popular por ocasião das festas dos Santos Populares, a partir de um punhado exemplar de personagens tipificadas, envolvidas nas suas querelas, confrontos e desejos pessoais.

Tudo isto, servido por uma realização discreta e eficaz num filme que conta com gags memoráveis, como o de Vasco Santana regressando a casa bêbado e tentando obter lume de um candeeiro da via pública, que lhe vai servir de "guia" até chegar à cama.

Mas o que há de mais notável em O Pátio das Cantigas é sem dúvida o espantoso jogo da representação, do mau génio e arrogância de António Silva às atribulações do tímido Ribeirinho, passando pelas calinadas, verbais e melódicas («Evaristo tens cá disto», ficou célebre), de Laura Alves e, acima de tudo, pela alegria ébria e pela insolência provocadora de Vasco Santana.

Argumento:
No Pátio do Evaristo, morava a Srª Rosa que tinha dois pretendentes, Narciso que bebia para afogar as suas mágoas e o Evaristo droguista, pessoa de génio agreste, pai da menina Celeste aspirante a pianista, patrão do João Magrinho, caixeiro da drogaria, e do Alfredo, que morria de amores por uma vizinha. A mesma que namorava o irmão, o Carlos Bonito, a Amália que era uma artista bonita mas leviana, bem diferente da irmã, a recatada Susana. O avô das raparigas, o Sr. Heitor morava por baixo do Engenhocas, que transmitia as cantigas que todo o pátio cantava. Na casa ao lado, vivia um russo, o Borisdonove, a Sr.ª Margarida, e em baixo no rés-do-chão os irmão Marx, Arnesto, Vicente e Sebastião. Falta ainda a Maria da Graça com o seu claro sorriso, que até faz perder o tino ao rebento do Narciso, o grave Rufino Fino.

Intérpretes:
Maria das Neves - D. Rosa; Vasco Santana - Narciso; António Silva - Evaristo.

Aqui fica o filme integral, para ver e rever.

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4


Parte 5


Parte 6


Parte 7


Parte 8


Parte 9


Parte 10


Parte 11


Parte 13


Parte 14

terça-feira, 26 de julho de 2011

Este Post deve ser ignorado, possui "vícios" processuais, logo... nunca existiu

As famosas escutas que nunca existiram, um dos mais requintados "best seller" da justiça Portuguesa não poderiam faltar neste blog, penso eu de que...

Um dia com paciência, nada como levar o portátilzinho com respectiva "net pen" a uma leitaria perto de si e entre um galãozito e o belo do pastelinho de nata,  deliciar-se com este "sonho". Sim, "sonho" uma vez que nunca existiram, são fruto da mais impura imaginação, autêntico ruído de fundo de um qualquer poltergeist que como se sabe é puro fruto da fértil imaginação das várias mentes pecaminosas e perversas que povoam o nosso puritano, casto, justo e virtuoso "cantinho".

Não me recordo bem do nome do processo (obviamente não é fácil recordar o que não existiu) mas era qualquer coisa como "Apito cor de burro quando foge".











quinta-feira, 21 de julho de 2011

Yamaha VMax, para quem demais ainda é pouco

Aqui está o verdadeiro "mito" com uma personalidade de fazer parar o trânsito, no entanto, nada na moto chama mais a atenção do que o motor. Tanto para quem pilota quanto para quem admira, é impossível ficar indiferente a este detalhe.